A FPV foi criada em 10 de abril de 1953. Se desligou da Federação Desportiva Paranaense, pois antes era apenas um departamento, idem esportes como Basquetebol e Futebol que se desligaram anteriormente.

O primeiro presidente eleito foi Orlando Brasil Soldati. O atual presidente, Neuri Barbieri, está à frente da instituição desde 1982, em seu nono mandato que terminará em 2020.

A instituição desenvolve a prática do esporte na modalidade voleibol, vôlei de praia e vôlei sentado, com competições em várias categorias em âmbito regional e estadual. A FPV é uma entidade que congrega entidades e clubes no Paraná com o intuito de regulamentar a modalidade no Estado. É filiada à CBV – Confederação Brasileira de Voleibol, sendo a única do Estado que pode manter atletas e membros de comissões técnicas com um registro de vínculo para a modalidade voleibol. A CBV representa a entidade máxima do voleibol no país e é filiada à FIVB – Federação Internacional de Voleibol.

Ao longo dos seus mais de 64 anos de história o Paraná revelou grandes nomes e grandes projetos vitoriosos no voleibol. O maior jogador de vôlei de praia de todos os tempos, o paranaense Emanuel Rego se mantém federado junto a FPV até os dias atuais. Gilberto Godoi, o Giba, também é um exemplo de paranaense vitorioso revelado no Paraná, o mesmo ocorre com o líbero Serginho (Diamante do Oeste), Lipe (Curitiba), Marlon (Guaíra), Mari (Rolândia), Samuel (Curitiba), Natália (Ponta Grossa), Ágatha (Paranaguá), e os técnicos Rubinho (assistente da seleção masculina adulta) e Percy Oncken (eneacampeão mundial juvenil).

Dos projetos que deram certo, destaque para a equipe de Maringá que encantou a torcida na década de 90 e que abriram portas para o Rexona se instalar em Curitiba e se tornar o maior vencedor do voleibol brasileiro.

A FPV registra anualmente mais de 1.500 atletas, treinados por cerca de 80 técnicos que conduzem as equipes que estão espalhadas em várias regiões do Estado, dentre os 49 filiados e que disputam competições organizadas pela entidade.

Em uma avaliação feita pela CBV em 2012, a Federação Paranaense de Voleibol foi a que apresentou os maiores índices de produtividade, compreendendo resultados das seleções estaduais, número de registros de atletas, volume de jogos e saúde financeira.

Em 2016 a Federação apresentou uma produtividade acima de muitos Estados, vide a quantidade de jogos, competições e resultados obtidos pelo voleibol paranaense. Para saber mais sobre as atividades da entidade, acesse o Relatório de Atividades na aba institucional.

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